quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Conto Premiado

Este é o conto que foi selecionado entre os 7 melhores pelo Concurso Literário Yoshio Takemoto (Associação Cultural e Literária Nikkei Bungaku do Brasil [São Paulo]) e foi publicado na revista da citada instituição. 
 
Amigo mais que imaginário

Eram só os fundos de uma sapataria no bairro pobre de Munique, mas o suficiente pedaço do céu para a família que ali vivia. No pequeno quintal, cabiam exércitos de soldados de chumbo e vastos campos de batalha, com lagos, montes, florestas que eram os canteiros de margaridas.

Ao contrário das lutas sem fim que eram travadas às tardes naquele pedaço de terreno, os habitantes daquela terra de faz de conta, em plena Alemanha nazista, eram felizes de mais para nos preocuparmos com guerra. A vida era humilde, mas não faltava comida nem amor.

Adolf orgulhava-se do que para ele não era a pequena, mas a loja do papai. Não cansava de repetir na escola, para todos nós, que seu pai vendia os melhores sapatos germânicos, pois as pessoas saiam de lá calçadas em algo mais que sapatos. Essa afirmação vinha do jantar. Quando todos sentávamos à mesa para comer e o pai relatava as experiências do dia. Como luteranos convictos, todos naquela casa críamos que nos relacionarmos com outra pessoa era uma oportunidade que Deus criava para que os que conheciam a fonte da vida, compartilhassem dela, assim, todos que cruzavam os portais da loja em busca de um sapato, saiam calçados com a perspectiva de um novo caminho.

A vida parecia perfeita, até o mundo desabar com tudo sobre os Müller. Bárbara Müller caiu de cama, com uma doença rara, mal tinha forças para abrir os olhos. Embora as irmãs do estudo bíblico revezassem-se nas tarefas da casa, o Sr. Ernest não abria mais sua loja e ficava dia e noite junto da esposa. No fundo, seu coração sabia que não teria muito tempo ao lado dela. Adolf e eu íamos à escola e às tardes, às vezes, brincávamos de estratégia, mas não tinha mais graça.

Depois de alguns meses Deus chamou Bárbara. Foi assim que Ernest disse a seu filho único na cozinha, entregando uma caneca com chá. Adolf ficou triste por a mãe ter mudado de endereço sozinha e, também, como faria se tivesse um pesadelo à noite, ou pra quem contaria que tirara 10 em Matemática? Quem estaria em casa fitando pela janela enquanto brincávamos no quintal? Parece egoísmo, mas é assim que as crianças sentem saudades. Tentamos explicar com questões práticas o que se passa no campo dos sentimentos, o verdadeiro campo de batalhas. Um dia poderíamos aprender a sentir as coisas de um jeito diferente. Apesar de tudo, nós dois sabíamos que morar com Deus era a melhor opção e, assim, ele não ficou desesperado.

Porém, para Ernest a tristeza foi muito mais forte do que qualquer outra, pois ele era adulto e, além do mais, a tristeza destaca-se mais em pessoas radiantes. Como as margaridas que murcharam no jardim, ele passava a maior parte do tempo cabisbaixo e sem falar. Só voltou a abrir a loja quando a comida foi embora dos armários.

Estávamos em 1932, a Grande Depressão era a maior realidade na vida de Ernest Müller. Quase não efetuava vendas e por isso falava menos ainda, passava o dia todo atrás do balcão, agora empoeirado e cor de betume, olhos no vazio. Esquecia-se muitas vezes que o dia havia terminado e que era hora de dormir. Adolf e eu brincávamos e nos virávamos na cozinha, que cada dia ficava maior.

Quanto mais o tempo passava mais difícil as coisas tornavam-se. Alguns anos passaram-se, Adolf e eu entramos para a Juventude Hitlerista e o pai encontrava alento na caridade. Como não havia muito o que compartilhar, então não havia muito alento também. No entanto, sua proximidade com pessoas suspeitas, denominadas judeus, rendiam muito. Rendiam desconfiança do Partido Nazista. Nossa casa fora revirada algumas vezes por conta disso. O pai, sempre irredutível, parecia querer nos dizer que aquele que perde sua vida na verdade a ganha. Hoje entendo o porquê de Adolf frequentar a Juventude Hitlerista, era mais por proteção pessoal do que por ideologia.

Contudo, numa das revistas algo diferente aconteceu, fomos impedidos de assistir à ação dos camisas–pardas, do lado de fora só escutávamos os poucos móveis e objetos serem revirados. Não desconfiamos que era o pretexto para se plantar provas falsas na casa. Um pedaço de papel, ao qual os soldados chamavam documento, comprovava o parentesco dos Müller com os judeus. Um falso testamento. Nós só conhecíamos o Novo e o Antigo.

A herança não tardou a chegar, uma semana depois. Nova revista. Duas folhas malditas eram prova suficiente para sermos presos. Nosso crime: sermos judeus. Espere aí! Não éramos judeus.

Não importava, fomos arrancados do que sobrara de um lar feliz e fomos transportados ao inferno do Führer, mas não podia dizer isso a Adolf. Depois de separado do pai, eu deveria dar-lhe segurança.

Então virei adulto, ainda que, em corpo de criança. Isso não é estranho para um amigo imaginário. A cabeça de Adolf estava ocupada de mais com seus medos para reparar na minha mudança. Aliás, sua cabeça foi o primeiro alvo dos nazistas. A cortina negra de cabelos que cobriam sua testa, que a sua mamãe, com carinho, chamava de franjinha linda, foi tosquiada, assim como os cabelos de todo o rebanho, ou melhor, todas as ovelhas, não, quero dizer todos os judeus.

Em seguida, todos, de forma constrangedora, foram obrigados a tirarem suas roupas. O fato de só homens estarem ali, não amenizou a vergonha, nem a humilhação. Muitos gritos, muitas chicotadas cortando paredes e corpos obrigaram todos a se despirem, entregarem suas roupas. Nunca houve um outubro tão gelado na Alemanha, no entanto os corpos tremiam também por outras razões. Logo uma mangueira enorme começou a atirar jatos de água na massa humana que se formou no canto do galpão. A pele anestesiada pelo inverno impediu que as rajadas de água fria doessem muito nos corpos, mas não impediu que doessem na alma.

Depois do banho e uma pulverizada de um pó branco, foram entregues roupas mais largas que os corpos, suas estampas lembravam grades. E fomos todos levados para um imenso quarto, com muitas camas duras e frias. Algumas pareciam caixas onde cada pessoa se recolhia. Foi só no silêncio que se instaurou após todos estarem aparentemente acomodados, que os olhos de Adolf se entregaram às lágrimas que aprisionou durante todo o dia. Chorava baixinho e eu o abraçava sem dizer palavra, pois eu também tinha medo, mas não tinha o luxo de derramar lágrimas.

Com pena de Adolf, um senhor da cama de cima, desceu na tentativa de consolá-lo, não em que ele estivesse em situação melhor, mas como era adulto se sentiu obrigado a fazê-lo. Tentou algumas palavras, mas ao fim, como eu, só o abraçou. Há certos momentos que a pele diz palavras mais sábias que quaisquer línguas. Era uma pena que eu não podia receber um abraço que me desse segurança também, pois eu sequer podia ser visto pelos adultos.

Acho que ninguém dormiu ali naquela noite, por isso a manhã demorou a chegar. Na verdade só sabíamos que era dia, por ser menos escuro que a noite, pois ali tudo eram trevas. Não demoraram a nos colocar para trabalhar: queriam a construção de um novo alojamento. A fome tornava essa tarefa mais difícil, por isso eu deveria agradecer por não senti-la. Todos estavam sem forças, mas o medo da violência dos soldados fazia a pouca energia que sobrava trabalhar o dia todo. Marx era uma homem alto, magro, nariz pontudo. Era simpático e demonstrava pena e cuidado com Adolf. Algumas vezes contou bonitas histórias sobre o povo de Israel até Adolf dormir. Ora eram aventuras no Egito, ora roupas mágicas que nunca estragavam, ora era pão que descia fresquinho do céu.

Marx sempre dizia que quando construíssemos o novo alojamento seriamos soltos e voltaríamos para a Terra Prometida, acho que esse era o nome de sua cidade. Isso diminuía as perguntas de Adolf sobre o pai e também fazia com que trabalhasse mais na obra. Eu também acreditava nisso e encorajava meu amigo a se esforçar mais. Durante algumas vezes Adolf reclamou comigo sobre o porquê de meu trabalho carregando blocos não aumentar sua pilha. Acho que a dureza daquele lugar estava esmagando seu ingênuo coração. Temi que deixasse de me ver.  Contudo, no seu subconsciente eu era a sua versão de segurança. Na sua vida se teve momento que estive ao seu lado, era na hora de brincar ou na hora do perigo. Esse era um desses momentos.

Quando o telhado da casa do Führer estivesse terminado, seríamos libertos. A vontade de sair correndo com os braços abertos até nossa casa era nosso sonho de pássaro. Não sabíamos que o sonho era a última coisa que possuíamos. Só comecei a entender tudo quando o gás foi espalhando-se na câmara. No entanto, fiquei firme, fi-lo acreditar que estávamos todos ali, naquela sala pequena, para outro banho. Marx havia ficado de fora, com outro grupo e, apesar do olhar no chão, não me desmentiu em nenhum gesto.

Faltava pouco para a liberdade, mas não falo de liberdade das grades ou das cercas, mas sim da liberdade da alma. A sua prisão é o corpo, contudo um dia o corpo e a alma se cansam de viver juntos e separam-se. Para Adolf foi a alma que quis romper com o corpo, ainda muito jovem para desejar o mesmo. À medida que devagarzinho ela ia perdendo os sentidos e deixando o físico, eu fazia força para ainda não desaparecer, queria estar com ele até o momento final, queria motivá-lo a não desistir, todavia minhas últimas palavras foram: você está livre, meu amigo!

Os olhos fecharam se para sempre. Eu desapareci. Adolf jamais precisaria de mim novamente.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Alunos da tarde - é pra vocês

Diversão e  reflexão sobre:
ÉTICA e/ou ETIQUETA

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Congresso de Ministério Infantil







O 1º Congresso de Ministério Infantil aconteceu no dia 01 de maio de 2012, idealizado, organizado e executado  pela  Igreja Presbiteriana Independente de Alterosa, na IPI de Muzambinho, MG, com a participação de cerca de 250 pessoas.


 
 








O congresso visava o aperfeiçoamento de pessoas ligadas a evangelização e/ou trabalho com crianças nas igrejas. Foi um dia cheio de oportunidades de equipar-se de ideias e vontade de trabalhar nesse setor da obra de Deus.

Foram realizadas várias atividades que podem servir de recursos para atrair a atenção e participação das crianças, como  teatros, um dos recursos mais usados para despertar interesse para as programações. Vejam aqui dois exemplos: 
(A resolução dos vídeos foram diminuídas para compatibilidade com a internet)




Transformar o versículo bíblico em estudo em música, também é uma boa tática para ilustrar e memorizar textos da Bíblia:


Oficinas que uniram teoria e atividades práticas disponíveis para recrear e desenvolver habilidades psicomotoras, com a presença de Expedição Mochila
(o esporte como estratégia para se alcançar vidas)
mais informações e material: http://em.org.br/


Audio da oficina de Expedição Mochila:




Palestra sobre liderança com Pr Marcus Welte, o Dr Cabeça.



Oficina de Recursos Visuais com Dani Welte, Tia Pink:
vídeo:

 





Participação especial de Maurão e seus bonecos

Os fantoches na pregação da Palavra de Deus.









Culto da noite:


























 
 








 







Teatro das crianças: Verônica e Yasmin, imitando o vídeo de divulgação do Congresso:

Vídeo original:



Esperamos ansiosos a 2ª edição do Congresso de Ministério Infantil do sudoeste de Minas, pois o 1º muito edificou a todos!


OXIGÊNIO SUDESTE - motivação para a UMPI

Encontro para a motivação, capacitação e crescimento de líderes de jovens. Organizado pela Coordenadoria Nacional da UMPI, liderança jovem da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil.

Vídeo resumo:

                                                            

                                                    Abertura 2º dia- Conexão Imediata
Foi constatado que em 2011, 200 IPIs não batizaram sequer um jovem. Numa época imediatista, na qual muitas pessoas andam atrás de milagres materiais fica fácil entender o porquê, mas na verdade a razão é bem outra: o abatimento de forças pelo qual passa a juventude presbiteriana, o que, naturalmente, reflete na liderança que, desmotivada, parece acomodar-se com a situação.
No entanto, nada melhor que uma crise para oportunizar transformações. Assim nasce o Oxigênio, que em sua quarta edição chega ao sudeste, mais precisamente ao Acampamento Maanaim, Machado, MG nesse recesso de 28 a 01 de maio, com o objetivo de encher de gás os líderes jovens das igrejas no sudeste, que serão os contagiadores em suas respectivas igrejas, de uma nova fase que parece nascer no meio presbiteriano.
A IPI do Brasil reconhece na juventude seu maior potencial evangelístico e na vida das igrejas, por isso pretende fortalecer a UMPI em todo o Brasil. Com uma proposta de restauração e energização, o projeto parte de pontos cruciais como a restauração pessoal, evangelismo, estratégias de
 trabalho e muito mais, por meio de linguagens criativas que vem impactando essa geração de líderes que encontra um desafio tremendo em suas cidades: os campos brancos, prontos para serem colhidos, mas o cansaço e desânimo para a obra.
Após os quatro dias do encontro, os representantes das UMPIs locais que participaram das palestras, oficinas, louvores e comunhão tiveram a oportunidade de saírem abençoados do Acampamento Maanaim, com o coração tratado,  energias revigoradas, mais amor por sua igreja, pelas almas e muita vontade de “ir por todo mundo e pregar o evangelho”!

                                                           Banda Fusão

FOI BÊNÇÃO DE MAIS NA MINHA VIDA E NA VIDA DE MEUS AMIGOS!
Parabéns, aos mentores do Projeto Oxigênio, pela sensibilidade de perceber uma necessidade tão importante da igreja contemporânea.
Quem quiser mais sobre o O2:





Vídeos super criativos do Conexão Imediata
Pé na cova

segunda-feira, 26 de março de 2012

Projeto: É PRECISO SABER VIVER

http://www.youtube.com/watch?v=ky5GVz1bgIk&feature=youtu.be

 

Projeto: A Língua Portuguesa na orientação  de um comportamento saudável na adolescência
IDENTIFICAÇÃO:
PROFESSOR RESPONSÁVEL: Fabiana de Oliveira Ribeiro
DISCIPLINA: Língua Portuguesa
DURAÇÃO:  ano de 2012
LOCALIZAÇÃO: Escola E. Bolívar Boanerges da Silveira, Alterosa, MG
EXECUÇÃO: Professora Fabiana de Oliveira Ribeiro e alunos dos 
APOIO: pedagoga Terezinha

PÚBLICO ALVO: alunos dos 7 ºs anos “A”, “B”, 6ºs anos “A” e “B”

1-PROBLEMATIZAÇÃO E JUSTIFICATIVA:

 A escola publica em geral tem atendido um vasto número de alunos que chega a suas dependências sem hábitos de um comportamento adequado. Muitas vezes esse comportamentos tem trazido conseqüências negativas até à sua saúde. Isso se agrava se estamos falando de uma clientela que se encontra no auge da adolescência, época em que transformações físicas e emocionais deixam o sujeito em total desordem interior, como é o caso dos alunos na faixa etária dos 7º e 8º anos.

É sabido, também, que as normas de boas maneiras constituem a base do relacionamento em todos os aspectos de nossa vida. Seguir regras básicas da boa convivência significa respeitar os outros e exigir respeito por si mesmo e se expressam na demonstração do interesse e da consideração pelas pessoas.

Mas infelizmente, nem professores, nem escolas costumam abrir espaços em suas agendas carregadas de conteúdos para desenvolver atividades “extracurriculares” de discussão de temas extremamente importantes para os jovens (e, portanto, com alto potencial de motivação) tais como os ligados ao comportamento: sexualidade, violência, mídias, meio-ambiente, profissões.

 Torna-se mais uma vez evidente que os programas e as propostas curriculares mais inovadoras não têm conseguido romper a barreira entre a teoria inovadora e a prática convencional.    A questão fundamental não está na capacidade de os sistemas ensinantes inovarem quanto aos conteúdos e às metodologias de ensino, de inventarem novas soluções para os problemas antigos e também para aqueles problemas novíssimos gerados pelo avanço técnico nos processos de informação e comunicação, especialmente aqueles relacionados com as novas formas de aprender (Perriault, 1996; Carmo, 1998 citado por BELLONI).

Enquanto o professor exerce uma profissão eminentemente técnica, esquece-se que o educador deveria ensinar e praticar a tolerância com o outro, a convivência pacifica, instigando a curiosidade para conhecer as diferenças, ou seja, incentivando a socialização.  Tudo isto sem perder de vista os ideais humanistas de formação do cidadão crítico e criativo, capaz de pensar e de mudar o mundo.

Isso, sem falar que, é impossível tratar de conhecimentos científicos, intelectuais se os conflitos que perturbam o aluno não forem, no  mínimo, amenizados.  Tais fatores, muitas vezes naturais, aliados à  uma realidade social e doméstica conturbada têm provocado um ambiente de total indisciplina e desrespeito no turno vespertino da Escola E.  Bolivar Boanerges da Silveira, assim, como ação que visa transformar a carga horária escolar em  momentos significativos na história de vida desses alunos e por obediência à LDB que em seu § 2º  diz: “A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social”  e no  Art. 2º: “ A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho” promove o presente projeto que será ministrado em etapas integradas.

2.OBJETIVO GERAL:

Adquirir um comportamento sadio tanto fisicamente quanto emocionalmente através do despertar para as regras de etiqueta e boas maneiras e observação de exemplos das pessoas através das diversas linguagens em português.

3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS

•Proporcionar ao aluno um conhecimento sistematizado sobre os tipos de drogas, bem como orientá-lo sobre os males que a mesma causa no nosso organismo.
•Contribuir na formação das ações anti – drogas;
• Dar informações sobre drogas, mostrando que elas causam dependência mental e dependência física;
• Despertar o interesse dos alunos, na busca ou ações coletivas preventivas contra o uso desse estimulante;
• Oportunizar o debate e reflexões em torno dos fatores sociais, familiares, econômicos que influem no uso abusivo das drogas;
• Incentivar a erradicação do uso de drogas na sociedade;
•Desenvolver habilidades de comunicação oral e escrita;
• Desenvolver a capacidade de interpretação e de produção de diferentes gêneros de texto;
• Saber identificar a finalidade de diferentes gêneros de texto;
• Reconhecer as diferenças entre os textos literário e informativo;
• Saber reconhecer e selecionar bons textos, textos de qualidade;
• Desenvolver habilidades de expressão em diversas linguagens;
• Saber avaliar a adequação da linguagem à situação comunicativa;
•Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso;
•Conhecer o conjunto de conhecimentos pragmáticos, discursivos, semânticos e formais envolvidos no uso da língua;
•Compreender o texto literário como lugar de manifestação de ideologias;
 •Assumir uma postura crítica frente a posicionamentos enunciativos dos textos literários;
•Reconhecer o caráter metalingüístico dos textos literários que falam sobre o poeta e seu fazer artístico;
•Desenvolver espírito de coletividade;
•Valorizar o convívio social;
•Desenvolver potencialidades criativas;
•Estimular a imaginação;
•Obedecer a regras;
•Mostrar iniciativa;
•Expor suas idéias em grupo;
•Desenvolver competências para ampliar o “olhar” sobre si mesmo e sobre o mundo  em que vive (educar o olhar para diferentes percepções da realidade);
• adquirir um comportamento ético diante das pessoas e lugares;
•optar por portar-se sempre com boas maneiras e higiene.

4. DESENVOLVIMENTO:

1ª Etapa:  comportamento na saúde física

5. SEQUÊNCIA DIDÁTICA:

1- DIAGNÓSTICO: produção de texto a partir da questão: Quem sou eu?

2-REFLEXÃO INICIAL:  Texto Um meio ou uma desculpa de Roberto Shinyashiki(motivar o desejo de tornar-se um profissional na área que escolher, a começar pelos estudos);

3- DEBATE: Música: Natasha – Capital Inicial

Audição; b) Completar palavras faltosas no texto; c) Vocabulário; d) Estudo da sílaba; e) Tonicidade; f) Aula expositiva sobre: a musíca, a arte e a literatura; g)Interpretação oral e escirta h) Reflexão sobre: obediencia aos pais, uso de drogas lícitas e ilícitas, criminalidade, ética, doenças sexualmente transmissíveis e futuro.
4- REFLEXÃO 2: Música É preciso saber viver – voz dos Titãs (audição, interpretação e relação com Natasha)
5- PALESTRA:  um ex-aluno da escola e ex-usuário de drogas relata os problemas que a droga trouxe para sua vida e as dificuldades que seu mal comportamento na escola acasionaram ao arrumar empregos e passar no vestibular
6- INTERTEXTUALIDADE: Contação de história: A parábola do filho pródigo
7- VIDEO EDUCATIVO: Doenças e impacto econômico provocado pelo uso do cigarro;

8- CAMPANHA EDUCATIVA DE COMBATE ÀS DROGAS:  confecção de paineis para ficarem permanentemente expostos na escola;
9- AVALIAÇÃO: Redação com o tema: É preciso saber viver. Gênero: literário ou dissertativo
10- CADASTRAMENTO DOS TELEFONES DOS PAIS:  estratégia para manter diálogo e convidar os pais a participarem mais  das ações da escola;
11- PALESTRA PARA OS PAIS: Palestra dada pelo Prof. Walmir(autoridade local) sobre criação de filhos
  Etapa: comportamento na saúde intelectual
Incentivo à leitura
1-       AGUÇANDO A CURIOSIDADE: Eu me visto de mágico, chego com uma mala colorida(suspense) da qual vou tirando o material para fazer alguns truques de mágicas. O último objeto que tiro de dentro é um livro e começo a falar sobre a magia da literatura; 
2-       PRIMEIRO CONTATO: Leio um conto meu que fora premiado e publicado por uma academia de letras, para eles verem que eles também podem ser escritores;
3-       BATE PAPO: Discutir sobre como é possível gostar de e funções da literatura;
4-       EXPLORANDO O AMBIENTE: Visita guiada à biblioteca da escola, onde os alunos escolherão livros de seu interesse;

5-       DISCIPLINA: Criar o hábito semanal de ir à biblioteca;
6-       DESPERTANDO A SENSIBILIDADE: 5 sentidos na literatura: tatear o livro Menino do Pijama Listrado(capa feita com tecido dos uniformes usados pelos judeus nos campos de concentração), induzi-los a sentir cheiros com a imaginação, audição da obra(lido por mim e por eles em voz alta), saborear um quitute citado no livro;
7-       COMPARANDO AS LINGUAGENS: Assistir ao filme Menino do Pijama Listrado;
8-       ANALOGIA: Voltar à sala novamente com a mala e a roupa de mágico, fazer o truque que transforma uma nota de dinheiro em outra de valor mais alto e usar como pretexto para falar sobre riqueza interior. Abrir a mala que estará cheia de livros. Lê-los na sala de aula, poderão trocar entre eles e ficarem totalmente livres e á vontade com os livros.
9-       PRÁTICA: Compartilhar uma história de um dos livros que leram de forma criativa: poderá ser uma esquete, fantoches, monólogos etc. Aproveitar para incentivar os dons artísticos e desenvolver a linguagem oral(falar em público), tão importante quanto à escrita;
 10-   INTERAÇÃO: Ensinar os alunos a criarem um blog para divulgarem seus textos e feitos interessantes;
11-   TEORIA: Estudar as características do texto narrativo;
12-   ANÁLISE: Interpretação de texto do livro/filme Ponte para Terabítia(destacar o valor da imaginação presente na obra);
 
13-   Tempestade de ideias: com sugestões dos alunos de atividades e estratégias para desenvolver o prazer pela leitura;
14-   SOCIALIZAÇÃO: Fazer painéis com mensagens de incentivo à leitura para decorar a escola e biblioteca; 
3ª Etapa: comportamento na saúde emocional
 Etiqueta e boas maneiras
 
 
1-       ACENDENDO A CHAMA: Esquete apresentada aos alunos sobre Palavras mágicas; 
2-       TROCANDO IDEIAS: Conversa sobre a importância da boa educação no nosso dia-a-dia; 
3-       EMBASAMENTO: Textos motivacionais relacionados ao uso ou mal uso das boas maneiras;
4-       CONCURSO: Mini-cartaz individual com incentivo aos estudos;

5-       REFLEXÃO DIÁRIA: Momentos de reflexão todos os dias ao final das aulas sobre comportamentos inadequados naquele dia;
6-       DESAFIO: Incentivar o uso de elogios;
 
 
 
7-       AÇÃO VISUAL: Confecção de um painel sobre boas maneiras para estar sempre na sala de aula;
8-       AVALIAÇÃO: Registro das atividades no caderno;
9-       BATE PAPO: Diálogos frequentes sobre situações que surgirem em sala de aula;

10-   PARCERIA COM A COMUNIDADE LOCAL: Treino de handbol e futebol para os alunos semanalmente após ás aulas com reflexão sobre as situações que surgem em meio à competitividade(Responsáveis: handbol: Prof. Fabiana, futebol: voluntário William[ex aluno da escola]) ;
 TEATRO:  formação de um grupo de teatro extra-classe em parceria com a prof. Eunice e sua amiga Gabriela(voluntária que ensaiará os alunos);
TEENS GAMES: Gincana escolar. Tema: A turma do Chaves e as boas maneiras. Com teatros, provas relâmpago, teste de conhecimentos a partir de episódios do seriado, brincadeiras reflexivas, contação de histórias, com ajuda dos voluntários William, Daniela e Marcus Welt: coordenadores regionais de Ministério Infantil;
OUVIDORIA:  atendimento individualizado aos alunos que sentirem o desejo de estar se aconselhando ou quiserem ter ouvidas as suas questões. Exteriorização de sentimentos, problemas particulares e orientação por um adulto. Voluntários: Prof. Fabiana e Marcus Welt.
CURSO DE PINTURA: será oferecido aos alunos a oportunidade de fazerem um curso totalmente grátis de pintura em tecido, aos sábados, durante os meses de junho e julho.

11-    SESSÃO CINEMA:  Filmes educativos extra-carga horária.
PROPOSTA DE TRABALHO
Com base em um texto retirado de um diário de um adolescente sobre uma aula marcante em sua vida, os alunos foram desafiados a escreverem uma página de diário, também contando uma experiência em uma das aulas. 
Após escrito o texto eles próprios elegeram as redações que mais gostaram. O resultado está aqui: 
 Bruna Camila Pereira    8ºB
 A melhor aula
Hum …. a aula mais legal da minha vida que foi a de Português,foi  quando nós tivemos que cantar uma música, uma paródia , a música chamava “Tiro ao Álvaro”. Foi difícil cantar com a sala inteira me olhando.
Mas, foi legal e engraçado, eu fiquei com vergonha, mas fazer o que não é? E ainda por cima eu tive que por um chapéu  de sambista, mas depois que nós fomos cantando a vergonha foi passando.
Eu ri muito e achei legal, eu aprendi que nós não precisamos ficar com vergonha de fazer uma coisa boa, mas sim de fazer uma coisa ruim.
 Jéssyca Bernardes Cabral da Silva         8° B
 Diário Segunda-feira *16 hs
A Mágica
Hoje foi legal na escola!
Minha professora de Português é muito legal! Gosto das aulas dela, porque ela sempre faz alguma coisa diferente.Hoje por exemplo, ela veio vestida de mágica! Achei muito legal as mágicas dela, ela fez uma de barbante, fiquei muito curiosa para saber como ela fez aquilo!
Uma outra foi a Máquina de dinheiro, ela tinha R$ 2,00 lá, depois ela rodou e apareceu uma de R$20,00. Foi legal! Então ela disse algumas coisas que gostei, pois tem dia que a gente acha que não esta valendo nem um centavo.
Dinheiro é bom, mas quando a gente sabe usar. Tem tanta gente por aí, vendendo seu próprio corpo por dinheiro, ou usando drogas, se nós pararmos para pensar, o dinheiro não é bom, mas claro se nós soubermos usa-lo é bom, tipo comprar alimento, ajudar quem precisa. Pondo Deus sempre em 1° lugar!
Leonardo de Oliveira Silva           8ºano B
A melhor aula
       Foi uma das aulas mais legais da minha vida. Ocorreu em uma sexta-feira, a professora responsável: a Fabiana, professora de Português.
      Mas afinal o que tínhamos que fazer? Ela nos passou um trabalho, ouvimos uma música chamada “Tiro ao Álvaro” e teríamos que fazer uma paródia. Apresentamos e foi legal,porque foi feita por mim mesmo. Ficou ótimo, fizemos de dois a dois. Meu parceiro de trabalho tocou violão e a Fabiana gravou.
      Ninguém sabe o que ela fez com os vídeos. Fiquei feliz, porque, principalmente, venci o medo e a vergonha e esse foi o meu principal ganho e vai me ajudar no que eu gostaria de ser: músico.
       Acho que foram seis grupos e cada um teve seu diferencial, meu parceiro queria um caminho fácil. Pediu ajuda para um profissional(nosso professor de violão), felizmente não teve como ele fazer. O diferencial em todas as aulas de Português é o modo de ensino da Fabiana. Que tornou o Português a matéria mais legal de de estudar.        
 Maria clara da silva 8º B
A aula  mais legal foi a da minha professora de Português, que se chama Fabiana e de quem gosto muito. Ela conhece muito de Deus e nos explica de um jeito que toca o coração, pelo menos o meu! Vou contar como foi: fomos à sala de multimídia, e lá encontrei um rapaz alto e de cabelos cacheados. Sentei e percebi que ele estava nervoso, ele chama-se William, ele estava calado esperando a sua vez de falar .
O tema era sobre cigarros, pois infelizmente tem gente na nossa sala que fuma. Ela começou a falar e mostrar imagens horríveis, mas que são a realidade e quanto mais ela falava, cada vez mais ia tocando no meu coração, tão forte que eu suspirava.
Então ele começou a falar da sua experiência no mundo das drogas, eu vi que isso pra mim não servia, pois essa aula me mostrou que Jesus e melhor caminho.
Mirian Arestides dos Santos    8º B
 Um dia especial
Hoje, dia 28 de maio, está sendo um dos dias mais legais de minha vida, tudo está dando certo, as pessoas estão me compreendendo. Mas, mesmo assim eu acho que falta alguma coisa para o meu dia ficar completo, eu não sei se é alguma coisa que eu fiz para alguém...
Mas, a aula de Português é a aula que mais marca a minha vida, não é que as outras aulas não marcam, porém a aula de Português é uma aula que eu mais enfrento os meus obstáculos e perco a timidez de falar em público.
As outras aulas são ótimas, mas a de Português é a aula que mais me incentivar  a perder a vergonha de falar ou até de fazer um teatro, sem falar da professora ótima que dá aula de Português na nossa sala que a professora Fabiana que é a professora que marcou as nossas aulas.
Minha sala não ajuda muito, porque os alunos fazem bagunça e, ás vezes, não tem jeito de concentrar nas aulas, mais eu sei que um dia eles vão cair em si e vão parar de fazer bagunça.
    Laís Caroline Da      8º B    
                                                          Uma aula especial
        
        Hum... o dia mais legal foi quando a Dona Fabiana chegou à sala de aula, e todos os alunos pensaram que seria uma aula normal. Aí ela nos levou para a biblioteca para nos explicar como que ela se organiza.
        Foi legal, pois nós aprendemos também a importância que os livros têm em nossas vidas.
        E eu espero que os alunos da minha sala aprendam a se importarem com os livros, pois com eles nós aprendemos muitas coisas, mais eu também não quero que eles coloquem os livros na frente de Deus, pois a sabedoria de Deus vem em primeiro lugar, aí depois vem a inteligência.
Jayne Mendonça
 Um pequeno passo
      Hoje foi um dia marcante. Tudo aconteceu como sempre acontece. Acordar, arrumar, almoçar e vir para a escola. O que nos reservava a aula de Português ? Seria uma aula chata como as outras ? Não nessa escola, não na aula dessa professora. Todos nós, alunos, temos um afeto enorme por ela. Sua capacidade de nos entreter e ao mesmo tempo ensinar nos deixa calados o horário todo. Suas aulas são um tanto quanto diferentes, são cativantes. Em questão de segundos, ela nos transporta ao mundo mágico da literatura. E o sinal bate, os alunos entram e se assentam. Logo começa nossa aula tão querida. Um convite é feito e a timidez diz não. Devemos concordar com ela ou discordar e enfrentar ? Era um quesito simples. Ir lá, apresentar nossa paródia e cantá-la. Eu e minha colega aceitamos o desafio. No inícios, os olhares e a lente da câmera entraram e penetraram na mente, mas vencemos essa pequena etapa, cantamos e nos divertimos. Conseguimos subir um degrau em direção á escada da vida. Segunda-feira, 28/05/2012.


 
 
Mais detalhes de como ocorreu o projeto: http://fabianadeoliveiraribeiro.blogspot.com 

ATIVIDADES:



Plano de Intervenção Pedagógica

Nome:_______________________________________________ n______série_______

Prof: Fabiana de Oliveira Ribeiro                  – Escola E. Bolivar Boanerges da Silveira           – Alterosa

Trabalho realizado com base na série de livros, Crônicas de Nárnia.

 

D1: Identificar o tema ou o sentido global de um texto

“Acontecia o seguinte: o tio André, que não entendia coisa nenhuma do Bosque entre Dois Mundos, tinha uma ideia errada sobre os anéis. Os amarelos não eram anéis para ir ‘para fora’ e os verdes não eram para ir ‘para casa’. Pelo menos, não como ele pensava. A matéria-prima de que eram feitos ambos provinha do bosque. O material dos anéis amarelos tinha o poder de conduzir ao bosque; era matéria querendo retornar às origens. Mas a matéria dos anéis verdes, pelo contrário, estava querendo evadir, sair de seu próprio mundo; assim, um anel verde levava do bosque para um mundo qualquer.”

 

Questão 1: O sentido global desse trecho de O sobrinho do mago – Crônicas de Nárnia é:


A)         O material do qual era feito os anéis       B) a importância de tio André na confecção dos anéis mágicos     C) o poder dos anéis mágicos     D) a magia que há entre os mundos

D3: Inferir informações implícitas em um texto.

“O céu do oriente passou de branco para rosa, e de rosa para dourado. A voz subiu, subiu, até que todo o ar vibrou com ela. E quando atingiu o mais potente e glorioso som que já havia produzido, o sol nasceu.

Digory nunca tinha visto um sol daqueles. O sol sobre as ruínas de Charn parecera mais velho do que o nosso, mas este parecia mais jovem. Tinha-se a impressão de que ele ria de alegria enquanto ia subindo. E, quando seus raios cobriram a terra, os viajantes puderam verificar em que lugar estavam.”

 


Questão 2: O que provocou um nascer de sol tão belo em Nárnia?

A) o canto do leão Aslan.        B) a mudança de cor do céu.      C) o amanhecer         D)  a alegria em Charn

D5: Inferir o sentido de uma palavra ou expressão

“Os três avançaram intrepidamente – tão intrepidamente quanto possível – na direção da assembléia dos bichos. Encontravam-se estes tão ocupados em falar uns com os outros e fazer amigos, que só perceberam os três humanos quando estes se achavam bem perto. Também não ouviram tio André, que, tremendo à distância, gritava sem muita vontade de fazer barulho: (...)”

 

Questão 3: Qual o sentido da palavra grifada no texto?


A)                Ousadamente         B) rapidamente           C) tristemente           D)  desinteressadamente

D10: Distinguir um fato da opinião relativa a esse fato

“– Pois estou gostando muito daqui – disse Digory.

– Eu também, mas precisamos ir embora. – Polly levantou-se e começou a caminhar cautelosamente na direção do porquinho-da-índia. Porém mudou de ideia. – Acho que devemos deixar o porquinho. Está todo feliz; se a gente levar o bichinho de volta, seu tio vai fazer algo horrível com ele.”

 

Questão 4: Em qual das opções há uma opinião?


A)– Acho que devemos deixar o porquinho.          B) Porém mudou de ideia.             C)  Está todo feliz; 

D)...  seu tio vai fazer algo horrível com ele.

D6: Identificar o gênero de um texto

“Mal posso descrever as roupagens. Todas as figuras envergavam mantos e usavam coroas. Os mantos eram rubros e cinza-prateado, ou purpúreos com vívidos tons verdes, bordados com desenhos de flores e de estranhos animais. Pedras preciosas de tamanhos aberrantes refulgiam nas coroas, nos colares, nos cintos.”

 

Questão 5: Qual o gênero do trecho acima?


A)              Narrativo         B)   Descritivo        C)  argumentativo        D)  poético

D8: Interpretar texto que conjuga linguagem verbal e não verbal


(http://www.cinefis.com.br/blog_pt/2011/03/o-quarto-filme-%E2%80%9Cas-cronicas-de-narnia%E2%80%9D-ja-esta-a-caminho/)

Questão 6: Em qual das alternativas encontramos a melhor descrição para a imagem a cima?


A)“Quem nunca esteve em Nárnia há de achar que uma coisa não pode ser boa e aterrorizante ao mesmo tempo.    B) “Aslam estava em pé, cercado por uma multidão de seres, que o rodeavam em semicírculos.   C)  Quanto ao próprio Aslam, nem as crianças, nem os castores souberam o que fazer ou dizer ao vê-lo.   D)  O Leão guardou silêncio por certo tempo. Lúcia então reparou que sua expressão (apesar de imponente, régia e calma) também era triste.

D18: Reconhecer posições distintas entre duas ou mais opiniões relativas ao mesmo fato ou ao mesmo tema.

“– E a própria criatura? – perguntou Digory. – Não podendo voltar, ficaria numa enrascada!

– Você sempre olha as coisas de um ponto de vista negativo – replicou tio André, com impaciência. – Não passa pela sua cabeça que se tratava de uma experiência magna? Só remetemos uma pessoa a outro lugar quando desejamos saber como é esse outro lugar. Certo?

– Bem, e por que o senhor mesmo não foi? Digory jamais vira alguém tão surpreso e ofendido quanto o tio, por causa de uma simples pergunta:

– Eu?! Eu?! Esse menino deve estar maluco! Um homem da minha idade, nas minhas condições de saúde, correr o risco do impacto e dos perigos de um universo diferente?! Nunca ouvi nada tão disparatado em toda a minha vida! Você sabe o que está dizendo? Pense bem: trata-se de um outro mundo, onde podemos encontrar tudo... tudo.”

 

Questão 7: A razão da discórdia entre Digory e tio André foi:


A)Digory era um sobrinho desobediente ao tio.   B) Tio André era um mago covarde e convencido.  C) Tio André era um mago muito importante para se arriscar à toa.   D) Eles não discordavam tinham a mesma opinião.

D20: Reconhecer diferentes formas de abordar uma informação ao comparar textos que tratam do mesmo tema.

 

Crítica: Eu não tenho nem palavras para descrever o quão gostoso e pacífico é ler as histórias de C.S. Lewis. Sim, é uma história infantil, uma fabula, porém com um humor e toque de ação com determinada abrangência adulta que é impressionante. Eu ainda não li nenhum livro de fantasia que tenha sido escrito antes de 1950, mesmo assim me arrisco ao supor que a maioria dos autores que se propuseram ao mesmo, depois daquela década até hoje (como J.K. Rowling, Rick Riordan e etc) se inspiraram profundamente não na história, mas na forma de escrever de Lewis. A cada página um imã ganha força e nos prende não aos personagens, mas ao lugar, Nárnia é um paraíso paralelo e cheio de lições para adultos e crianças de todas as idades.

(http://rpgista.com.br/2010/06/18/resenha-as-cronicas-de-narnia/)

Resenha: As Crônicas de Nárnia – escritas por C.S.Lewis – tratam-se na verdade de seis histórias que se complementam, com um enfoque claro para ser lida por crianças, não apenas por seu tom leve mas principalmente pelos comentários engraçados e “conselhos” para os pequenos leitores do autor (como as várias vezes em que ele deixa absolutamente claro que é uma péssima idéia trancar-se dentro de um armário).

Narrando o desenvolvimento do mundo de Nárnia desde o primeiro dia, quando foi cantado por Aslan até sua derrocada final com o apocalipse e o renascimento das almas no paraíso. Se em algum lugar ali na sua mente você teve a impressão de já ter ouvido algo assim antes, não alimente mais nenhuma dúvida: sim, são histórias bíblicas, adaptações dos mitos da criação de nosso mundo ao ambiente de Nárnia. Com direito, inclusive, a árvore do fruto proibido.


Questão 8: Analisando a Crítica e a Resenha a cima notamos que:


A)Elas mostram opiniões diversas sobre o mesmo assunto.         B)  Elas tratam de livros diferentes              C) o primeiro texto apresenta um resumo do livro e o segundo aponta os pontos negativos dele.         D) São trechos textos de gêneros diferentes mas com opiniões iguais.

D11:Reconhecer relações lógicos discursivas presentes no texto, marcadas por conjunções, advérbios etc.

“Tio André seguiu as crianças, com a maior cautela: não queria nem ficar longe demais dos anéis, nem perto demais do Leão.”

 

Questão 9: A palavra grifada no texto tem a função de:


A) adição          B) exclusão            C) afirmação           D)  forçar a repetição

D12: Estabelecer a relação causa/ consequência entre partes e elementos do texto.

“Colocaram os anéis verdes, deram-se as mãos e, mais uma vez, contaram com voz firme: “Um... dois... três... já!”

Dessa vez deu certo. É difícil contar como foi, pois tudo aconteceu com uma rapidez extraordinária. Primeiro houve luzes brilhantes num céu escuro; Digory sempre achou que eram astros, jurando que chegou a ver Júpiter pertinho, a ponto de distinguir as luas do planeta. Mas quase instantaneamente começaram a surgir fileiras e mais fileiras de tetos, e puderam ver a catedral de São Paulo. Era Londres lá embaixo. Mas enxergavam também através das paredes de todas as casas. Viram o tio André, a princípio sombrio e fora de foco, mas ficando cada vez mais nítido. Antes que ele se tornasse de fato uma realidade, Polly gritou: “Trocar!” – e trocaram os anéis. O nosso mundo foi se apagando mais uma vez, como num sonho, e a luz verde do alto ficou mais intensa, até que as cabeças apontaram fora d’água e ganharam a margem do lago. A operação toda não durou mais do que um minuto.”

 

Questão 10: Qual foi a causa que levou os garotos a transportarem-se  de volta a nosso mundo?


A)    Colocar os anéis amarelos                B) ver tio André sombrio e fora de foco             C) colocar os anéis verdes         D) O nosso mundo foi se apagando, como num sonho.

D16: Estabelecer relações entre partes de um texto a partir de mecanismos de concordância verbal e nominal.

“– Aslam! Aslam! Sou eu a autora da primeira piada? Todas as gerações serão informadas de que fui eu a fazer a primeira piada.

– Não, minha amiga – respondeu o Leão. – Não foi você que fez a primeira piada: você apenas foi a primeira piada.

Questão 11: Quem é o sujeito do verbo “Sou”?”

 


A)Aslam         B) Eu         C) a amiga          D) você

D19: Identificar o conflito gerador do enredo e os elementos que compõem a narrativa.

“De maneira nenhuma vou desculpar o que ele fez em seguida; só posso dizer que Digory se arrependeu muito depois. Antes que a mão de Polly chegasse ao bolso, ele agarrou-lhe o pulso, dando-lhe uma torcida. Defendendo-se da outra mão da menina com o cotovelo, pegou o martelinho e deu no sino de ouro uma bonita martelada. Depois soltou a pobre Polly e ficaram um olhando para o outro, respirando com dificuldade. Polly já começava a chorar, não de medo, nem mesmo de dor, mas de pura e forte raiva. Dentro de dois segundos, no entanto, os acontecimentos iam varrer de seus corações quaisquer ressentimentos.”

 

Questão 12: Esse trecho antecede o momento que a imperatriz Jadis foi despertada. O que a despertou?


A)    A raiva de Polly    B) a martelada de Polly   C) o arrependimento de Digory   D) a martelada de Digory

D14: Identificar a tese de um texto.

“Não é impossível que um homem perverso de sua raça descubra um segredo tão pavoroso quanto o da Palavra Execrável; use este segredo para destruir todas as coisas vivas. Breve, muito em breve, antes que envelheçam, grandes nações em seu mundo serão governadas por tiranos parecidos com a imperatriz Jadis: indiferentes à alegria, à justiça e ao perdão. Avisem seu mundo deste grande perigo.”

 

Questão 13: Este trecho trata de quê?


A)a maldade de Jadis         B) um aviso que no nosso mundo governantes poderiam fazer coisas terríveis à humanidade.    C) que em breve Jadis viria para o nosso mundo.      D) um pedido para que os garotos da história desistissem de voltar para seu mundo e passassem a morar em Nárnia.

D26: Estabelecer relação entre a tese e os argumentos oferecidos para sustentá-la.

“– Pois muito bem. Como quiser. Desça para jantar. Deixe que as feras devorem a garota. Ou que ela se afogue. Ou que morra de fome. Ou que se perca no outro mundo. Se é o que prefere. Para mim dá no mesmo. Talvez fosse bom que, antes do chá, você avisasse à mãe dela que nunca mais verá a filha... Só porque você tem medo de colocar um anel no dedo.”

 

Questão 14: Qual dessas afirmações abaixo não é um argumento que tio André usa para convencer Digory a ir também a outro mundo atrás de Polly?


A)Deixe que as feras devorem a garota. Ou que ela se afogue.      B)  Talvez fosse bom que, antes do chá, você avisasse à mãe dela que nunca mais verá a filha.        C)  Só porque você tem medo de colocar um anel no dedo.         D) Como quiser. Desça para jantar.

D23: Identificar efeitos de ironia e humor em textos.

“– Desculpa? Mulher é fogo! Que é que eu fiz? – Oh, nada, é claro! – respondeu Polly, com sarcasmo. – Só torceu o meu pulso como um saca-rolha! Só deu uma martelada no sino como um imbecil de fivela! Só bancou o bestalhão, deixando que ela agarrasse em você lá no bosque! Só isso!”

 

Questão 15: Em qual trecho encontramos a ironia de Polly? (A ironia é um instrumento da literatura que consiste em dizer o contrário daquilo que se pensa)


A) “Só bancou o bestalhão, deixando que ela agarrasse em você lá no bosque!”       B) “respondeu Polly, com sarcasmo.”   C) “Que é que eu fiz?”         D) “– Oh, nada, é claro!”

D28: Reconhecer o efeito de sentido decorrente da escolha de uma determinada palavra ou expressão.

“– Não diga! Foi muito feio de sua parte! – exclamou Digory.

Feio? – perguntou tio André, muito admirado. – Ah, estou entendendo. Está querendo dizer que os meninos devem cumprir suas promessas. Muito bem, estou gostando de ver. Mas também deve admitir que essas regras morais, embora excelentes para as crianças... e para a criadagem... e para as mulheres... e para as pessoas em geral... não podem ser aplicadas aos grandes estudiosos, aos grandes sábios, aos grandes pensadores. Não, Digory! Homens como eu, conhecedores da sabedoria oculta, não estão amarrados a essas regras vulgares... do mesmo modo como estamos distanciados dos prazeres vulgares. Nosso destino, meu filho, é solitário, mas está acima de tudo.”

 

Questão 16: Qual o melhor significado para palavra grifada no texto para deixá-lo claro e objetivo?


A)anti-ético        B) sujo         C) Desproporcionado            D) desigual.

D21: Reconhecer o efeito de sentido decorrente do uso de pontuação e de outras notações.

“– Está em silêncio agora. Mas aqui estive quando o ar vibrava com o estrépito de Charn; o soar dos pés, o ranger das rodas, o estalido dos chicotes, os gemidos dos escravos, o fragor das carruagens, os tambores dos ritos de sacrifício ressoando nos templos... Aqui estive (mas já era o princípio do fim) quando o troar da batalha invadia as ruas e o rio de Charn corria vermelho.”

 

Questão 17: Qual razão do uso dos parênteses nesse trecho?


A)inserir uma explicação          B)inserir uma fala de personagem   C) inserir a opinião do narrador   D)destacar uma frase.

D13: Identificar as marcas linguísticas que evidenciem o locutor de um texto.

“– Bico calado, todo o mundo! – clamou o cocheiro. – Quero ouvir a música.

Pois a canção agora era outra.”
Questão 18: A expressão grifada é própria de qual nível de linguagem:

A)culto ou padrão            B) coloquial           C)  técnico         D) regional




Plano de intervenção Pedagógica

Nome:_________________________________nº_______ série: ________

Trabalho realizado com base no Filme “O Leão, a Feiticeira e o guarda roupa – Crônicas de Nárnia

1-      Quais cenas do filme são diferentes da historia narrada no livro?



 

2-      Cite partes da historia fazem um intertexto com as histórias bíblicas:

 
 

3-      Há cenas do filme que imitam cenas de outros filmes. Quais são elas?

5. BIBLIOGRAFIA:
ENSAIO SOBRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NO BRASIL. MARIA LUIZA BELLONI.disponível em www.scielo.br/pdf/es/v23n78/a08v2378.pdfSimilares.
LDB. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. acessado em 22 de março de 2012.
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS. Conteúdo Básico Comum – Português (2005). Educação Básica - Ensino Médio
*em breve mais atualizações sobre novas atividades realizadas nas outras etapas do projeto!